Você Conhece o Salário Maternidade?

Você Conhece o Salário Maternidade?

O salário maternidade é um benefício assegurado a contribuinte, de uma licença de 120 dias contados após o 8º mês de gestação, durante o período da licença a gestante recebe um salário com valores baseados nas suas contribuições anteriores.

Existem situações em que o homem também pode receber o benefício, como por exemplo em casos de adoção.

Basicamente é um beneficio para o contribuinte, que tem a intenção de proteção à criança. Se você trabalha com carteira assinada seu direito é garantido.

Mas e quem não Tem carteira Assinada?

Se você não se enquadra como celetista (Cobertos pela CLT), você pode solicitar o benefício se estiver dentro de algumas regras.

No caso de gestantes que são MEI’s

As microempreeendedoras individuais podem solicitar o benefício se estiver com as contribuições em dia. Neste caso é necessário uma carência mínima de 10 contribuições para a solicitação.

Porém, essa carência pode ser reduzida em alguns casos, buscando a soma de períodos anteriores em que eram celetistas, por exemplo.

Quem for funcionária de um MEI e estiver registrada em carteira, não se preocupe, pois se enquadra como celetista e seu direito é assegurado.

Mães desempregadas

Pois é, pode ser uma surpresa mas mães desempregadas podem ter direito ao benefício. Até mesmo com algumas alterações nas exigências.

Normalmente o INSS considera a carência pelos últimos 10 meses de contribuição, porém no caso de desemprego, ele continua exigindo 10 contribuições, porém leva em consideração o período de 25 meses anteriores ao parto.

Ou seja, se nos últimos 25 meses a mãe teve 10 contribuições, ela tem direito a solicitar o benefício.

E tem mais, caso não usufrua do benefício, seja licença ou salário no período do 8º Mês em diante, ainda tem a possibilidade de solicitar o benefício enquanto a criança não completar 5 anos de idade.

Como Solicitar ou Saber se me Enquadro?

Para solicitar o benefício é fácil, pode ser feito através do site do INSS ou pelo telefone 135.

Se preferir um auxílio mais completo, nós da OSA Contabilidade podemos auxiliar na solicitação e orientação perante o seu enquadramento.

O importante é que a criança esteja protegida e bem assegurada, para ajudar que isso aconteça nós da OSA Contabilidade temos a solução para o dia a dia.

O que muda para o MEI em 2019?

O que muda para o MEI em 2019?

Provavelmente você já conheça o que é o MEI (Micro Empreendedor Individual), porém, esse ano houveram algumas mudanças que necessitam da sua atenção.

Listaremos aqui 05 mudanças no MEI em 2019:

1. E-Social

A mudança que está tirando o sono de algumas empresas, também se aplica ao MEI, caso ele tenha um funcionário.

Inicialmente ele necessita a formalização desse funcionário, ou seja, todo MEI que tiver um funcionário obrigatoriamente ele deve ser registrado.

2. Folha de Pagamento

Essa mudança acontecerá em Julho de 2019, e se refere ainda sobre funcionários. Será obrigatório o envio das folhas de pagamento através da plataforma do E-Social.

Para 2020, está prevista ainda a obrigatoriedade de envio de toda documentação e atualização do funcionário, como exames admissionais, periódicos e demissionais.

3. Atividades Desenquadradas

Algumas atividades enquadradas no MEI foram vedadas em 2019.

É o exemplo de toda e qualquer atividade que possa ser considerado periculosa, como Comércio de Fogos de Artificio, Comércio de Extintores , a lista completa você pode acessar pelo site do MEI.

Outras atividades, apenas alteraram sua nomenclatura, mas devem se atentar para essa alteração ser notificada, exemplo de Proprietário de Bar, agora deve especificar se o estabelecimento funciona com entretenimento , sem entretimento ou com apresentação de bandas.

Todas os MEI’s desenquadrados ou alterados, podem permanecer no regime durante o ano de 2019, porém em 2020 deverão se adequarem mudando sua nomenclatura ou migrando para uma ME (Micro Empresa).

4. Contribuição

Como o MEI recolhe uma guia única de contribuição , o DAS, que é baseado no salário mínimo, ele sofre alteração junto com o mesmo, portanto em 2019 os valores aumentaram de R$ 50,90 a R$ 55,90 por mês, variando de acordo com a atividade.

5. Declaração Anual

A última alteração é referente a declaração anual de faturamento, o DASN-SIMEI, que anteriormente era exigida apenas para atividades de comércio, passa a ser obrigatória para atividades de serviços também.

Como abrir um MEI?

Se você tem interesse em iniciar uma atividade e quer saber como pode se enquadrar, o MEI pode ser um boa opção, não precisa se preocupar com essas e outras alterações, nós da OSA Contabilidade estamos aqui para auxiliar você e sua empresa pois temos a solução para o dia a dia.

Entre em contato, preencha nosso formulário e receba a assessoria capacitada da OSA Contabilidade.

Problemas na Empresa, de Quem é a Culpa?

Problemas na Empresa, de Quem é a Culpa?

Afinal de Quem é a Culpa?

No Brasil, quando a coisa não vai bem ou sai errado, a primeira reação é culpar alguém que será o bode expiatório do erro que alguém cometeu. Hoje em dia no Brasil, tudo de errado que acontece o culpado é o político que fez isso ou deixou de fazer aquilo.

Já no caso das empresas o tal do bode expiatório acaba no colo do Contador. Muitos atribuem à responsabilidade do que acontece na empresa ao Contador.

Será do Contador?

Nós somos o responsável pela não informação de um dado de que não nos foi disponibilizado, por uma declaração mal elaborada ou que não elaboramos, por um imposto mal recolhido ou que não calculamos, por um balanço que não elaboramos por falta de documentos idôneos e necessários, por um registro que não efetuamos, pelo atraso de uma informação que a Receita não disponibilizou.

Pelo site que simplesmente não funciona no dia da entrega da obrigação enfim, qualquer coisa que acontece de errado foi por obra ou, como se diz com frequência, por “orientação do Contador” a culpa é nossa.

Nos últimos tempos, a responsabilidade do Contador tem sido agravada ao máximo. Nós temos sido muitas vezes, sumariamente responsabilizados pelas fraudes ou sonegações praticadas por alguns clientes inescrupulosos e até por deixar de processar nos livros comerciais documentos que não recebemos.

Esclarecendo as Responsabilidades

Respiramos, comemos e dormimos (às vezes) com toda essa efervescência nas alterações das Leis, Decretos, Instruções Normativas, nas Portarias CAT, nas Sumulas, Acordos, a tão questionada Reforma Trabalhista e, o famigerado e-Social que tira o sono de qualquer cristão, isso tudo se tornou para nós o “bê-á-bá”, do dia a dia.

 É importante salientar que nós, profissionais da contabilidade, temos sim nossas responsabilidades limitadas àquilo que nos é passado como todo profissional em qualquer área tem que ser, mas é muito importante salientar também que, o empresário tem que assumir a sua responsabilidade também, afinal o negócio é dele.

 Envios de documentos e informações corretas e no prazo, não omitir informações relevantes, fazer do contador o profissional que o irá ajudar é de fundamental importância para a saúde fiscal, financeira e social da empresa.

 O descumprimento e o desrespeito cronológico destas determinações nos deixam desprotegidos e despreparados no exercício de nossas atividades.

Assumindo e Respeitando suas Responsabilidades

Em vez de servirmos como um agente que poderá orientar o empresário no melhor aproveitamento dos seus recursos, podemos ser interpretados de forma erronia e injusta e, até mesmo, como uma espécie de fiscal que só recolhe informações e numerários para o governo.

 Sabemos que podemos ser substituídos a qualquer momento e por qualquer motivo.

 Portanto é de fundamental importância que ambos os lados (contadores e empresários) assumam e respeitem suas responsabilidades, cumpram com suas obrigações trazendo assim para todos os envolvidos no processo uma relação saudável, amistosa e salutar, principalmente para que não venhamos a colher frutos amargos no futuro.

Qual a Melhor Opção, MEI ou Simples Nacional?

Qual a Melhor Opção, MEI ou Simples Nacional?

Qual a melhor opção, MEI ou Simples Nacional?

Empreendedores no Brasil quando abre um pequeno negócio podem optar, dependendo da atividade, pelo Simples Nacional ou pelo MEI, mas qual é o melhor?

Apesar das duas modalidades serem simplificadas, em tese mas não na prática, em relação a outros regimes (Lucro Real ou Presumido) e, de certa forma beneficiarem os empresários, essas modalidades possuem algumas distinções importantes e que fazem toda a diferença para o empreendedor.

Como funciona ser optante pelo Simples Nacional?

Micro e Pequenas Empresas com faturamento anual de até R$ 4,8 milhões ao ano podem escolher pelo sistema simplificado, que impõe as seguintes obrigações:

– Envio anual da Declaração de Informações Socioeconômicas e Fiscais (DEFIS);

– Apuração e pagamento mensal da guia única de impostos unificados (DAS);

– Recolhimento do Diferencial da Alíquota do ICMS (DIFALI).

Em relação à carga tributária, os impostos unificados na guia mensal do DAS são:

IRPJ;

CSLL;

PIS;

COFINS;

IPI (apenas de indústrias);

ISS (apenas empresas prestadoras de serviços);

ICMS (aplica-se sobre indústrias, comércios e prestadores de alguns serviços específicos);

CPP.

Todas essas siglas são separadas em anexos, que apontam as alíquotas para cada atividade permitida pelo Simples Nacional. Entre máximos e mínimos que de Simples pouco ou quase nada tem.

E o MEI, como funciona?

O Microempreendedor Individual não pode exceder o faturamento de R$ 81 mil ao ano, só pode ter 01 funcionário no regime de CLT, sua contribuição para o INSS é somente sobre 01 Salário mínimo e, o empreendedor MEI não pode ter sócios.

Quanto às obrigações, existem algumas semelhanças ao regime anterior, sendo uma declaração anual e uma guia mensal de impostos.

Quanto aos impostos, são os seguintes:

ICMS (para comércios e indústrias);

ISS (para Prestadores de Serviços);

Contribuição previdenciária pessoal para todos os empreendedores.

Mensalmente os MEIs possuem os seguintes valores a serem pagos:

R$ 48,70 (para comércios e indústrias);

R$ 52,70 (para prestadores de serviços);

R$ 53,70 (para MEIs prestadores de serviços e, ao mesmo tempo, comerciantes e/ou industriais).

Temos que observar e chamar a sua atenção que agora em 2019 algumas atividades foram impedidas de optar pelo regime de Microempreendedor Individual pela receita Federal do Brasil, portanto fique atento e procure sempre o seu contador.

 

Então, devo escolher MEI ou Simples Nacional?

Caso você atenda às especificidades que acabamos de citar acerca dos dois regimes, talvez seja melhor escolher o MEI para pagar menos impostos e ter menos burocracia empresarial com a qual se preocupar.

Depois, com o tempo, se o negócio crescer e o faturamento superar o limite citado, ou ainda, mais funcionários serem necessários, é possível passar a empresa de MEI para Simples (ME).

Neste caso, sua organização contábil fará todos os procedimentos necessários para esse ajuste.

Porém, se você já contar com um sócio e/ou a provisão de faturamento superar os R$ 81 mil ao ano, ou ainda manter equipe de mais de um colaborador, terá entrar no Simples diretamente, caso esse for o regime mais adequado para o seu negócio.

Portanto antes de tomar uma decisão efetivamente, procure sempre uma organização contábil para auxiliá-lo na escolha.

Parece fácil, mas acredite não é. Os dois regimes têm benefícios, mas também tem seus malefícios que poderão ser amargos no futuro. Lembre-se que você esta cuidando do sucesso ou fracasso do seu negócio.

A OSA Contabilidade tem um time preparado e treinado para te atender, dando o melhor suporte e te orientando para o sucesso do seu negócio. Além de ajudar no pontapé inicial, nós também seremos muito úteis no planejamento tributário e financeiro para sua empresa e também nos fatores burocráticos que influenciará seu crescimento ou não.

Como Organizar sua Gestão Financeira

Como Organizar sua Gestão Financeira

Gestão Financeira e as Noites Sem Sono

Você que é empresário, micro, pequeno, médio ou grande, não importa seu tamanho, aposto que até já se acostumou a perder noites de sono pensando nos boletos que estão para vencer, ou qual valor que ainda tem a receber para cobrir as despesas, acertei?

Isso pode ser resultado de uma má ou até a falta de uma gestão financeira.

A maioria de nós deve conhecer ao menos um exemplo de uma empresa que era bem sucedida, famosa em sua região, muito lucrativa e respeitada, mas que de uma hora para outra foi perdendo força ou até mesmo sumiu, fechou as portas do dia para a noite.

Esses casos são mais comuns do que imaginamos, infelizmente.

Existem muitos fatores que podem levar a uma situação tão extrema quanto essa, mas um deles, pode ser o mesmo que faz com que você perca o sono toda noite para não deixar sua empresa no “vermelho” no fim do mês.

A falta de uma boa gestão financeira. Essa gestão não é só separar as contas, ver quanto de dinheiro entrou e então pagar as contas, esse tipo de pensamento simplório é o que pode ter levado a falência de algumas empresas.

Conheça a Si Mesmo

Vamos ser bem diretos, suas dores de cabeça podem estar acontecendo por um simples motivo, você não se conhece tão bem. Ou melhor, você não conhece sua empresa tão bem quanto pensa.

Conhecer a empresa, falando em financeiro, significa saber de forma clara e objetiva onde estão todos os seus investimentos, custos e lucros. Onde você gasta mais, onde seu lucro reduz e quanto você tem a receber por dia.

Detalhamento é a alma da gestão financeira de sucesso. Porém ele só é útil com acompanhamento constante, para que decisões sejam tomadas de forma rápida e eficientes.

Não Procure Problemas, Resolva-os!

A função de um dono, gerente ou responsável por uma empresa, independente de seu tamanho, não deve ser procurar os problemas, passar dias fazendo contas tentando entender onde está o “furo”, onde está o dinheiro que não fecha as contas no fim do mês.

A real função deve ser estudar as informações, estudar estratégias e resolver os problemas. Para isso o nível de conhecimento da empresa, deve estar a sua disposição de forma rápida e fácil.

É ai que entra a Gestão Financeira.

Não é o Mesmo que Contabilidade, Mas…

Gestão financeira e Contabilidade não são a mesma coisa, porém uma depende da outra e uma facilita a outra, caso estejam bem alinhadas. Em um resumo breve, a Gestão Financeira cuidaria dos valores movimentados mensalmente, fluxo de caixa, entrada e saída, contas a pagar e a receber.

Já a Contabilidade, utiliza do resumo final dessas informação para definir os balanços da empresa, se ela cresceu ou diminui seu patrimônio, quanto ela produziu e quanto arrecadou. E o governo fica de olho nessa parte, por isso deve ser muito bem alinhado.

Não Perca Mais o Sono

Esse texto não tem intenção de te assustar ou te preocupar ainda mais, porque nós da OSA Contabilidade nos preocupamos em facilitar e solucionar os problemas de nossos clientes.

Por isso, fechamos uma parceria com a FATORIZZE ASSESSORIA FINANCEIRA, uma empresa com os mesmos ideais de excelência que nós, que prestará esse serviço em alinhamento com a OSA Contabilidade.

Facilidade e praticidade, geram informações precisas e assertivas. Entre em contato e saiba mais sobre a parceria OSA Contabilidade e Fatorizze.