Governo de SP anuncia multa de R$ 500 para pessoas que ficam sem máscaras em áreas públicas a partir de 1º de julho

Governo de SP anuncia multa de R$ 500 para pessoas que ficam sem máscaras em áreas públicas a partir de 1º de julho

Governo de SP anuncia multa de R$ 500 para pessoas que ficam sem máscaras em áreas públicas a partir de 1º de julho

30 de junho de 2020

Governo de SP anuncia multa de R$ 500 para pessoas que ficam sem máscaras em áreas públicas a partir de 1º de julho

Fiscalização será feita pelas Vigilâncias Sanitárias municipais. Órgão também vai multar em R$ 5 mil estabelecimentos comerciais com pessoas sem máscaras.

O governador João Doria (PSDB) anunciou na tarde desta segunda (29) que as pessoas que forem flagradas sem máscaras em áreas públicas serão multadas no valor de R$ 500 a partir de quarta-feira (1º). Neste caso, a fiscalização terá o apoio das prefeituras municipais.

“O governo do estado de São Paulo, com o apoio das prefeituras municipais, estabelece uma multa para pessoas físicas flagradas sem máscara em espaços públicos, a multa é de R$ 500”, disse.

A pessoa física que desrespeitar a determinação terá que apresentar seus documentos para a emissão da multa. E, em caso de resistência, a PM poderá ser acionada. “A responsabilidade é da Vigilância Sanitária dos estados e dos municípios. Se houver necessidade, a vigilância poderá recorrer à Polícia Militar o Guarda Civil Municipal”, declarou Doria.

Também será aplicada multa no valor de R$ 5 mil aos estabelecimentos comerciais que estiverem com pessoas sem máscaras. A fiscalização será feita pela Vigilância Sanitária. O estabelecimento deverá fornecer máscara para permitir a entrada dos clientes que não estiverem usando.

“Estabelecimentos comerciais, de qualquer tamanho, que a partir do dia 1º de julho no estado de São Paulo forem flagrados pela Vigilância Sanitária com a presença de pessoas sem a utilização de máscaras serão multados em R$ 5 mil por pessoa e por vez. Se tiverem dez pessoas, serão dez multas sucessivas, se tiverem 20 pessoas serão 20 multas sucessivas”, afirmou o governador.

De acordo com ele, o valor integral arrecadado com as multas aplicadas será destinado ao programa Alimento Solidário, para a aquisição das cestas e distribuição às pessoas em estado de pobreza e extrema pobreza.

No início de maio, o governo do estado já tinha publicado um decreto que determinava o uso geral e obrigatório de máscaras nas 645 cidades paulistas por tempo indeterminado para o combate à pandemia do coronavírus.

Segundo o decreto, os infratores poderiam receber multa de R$ 276 a R$ 276 mil, ou até ser punido com pena de um a quatro anos de detenção. No entanto, no período, nenhum estabelecimento foi multado. Desde então, os locais receberam apenas orientações.

Na capital paulista, 97% da população utiliza máscaras durante a pandemia do coronavírus e, no estado, 93% da população, segundo Doria.

A diretora técnica Christina Megid, da Vigilância Sanitária estadual, disse que foram feitas 18 mil fiscalizações para orientar os estabelecimentos comerciais e a população também pode denunciar o descumprimento da determinação do uso das máscaras.

“Quando observar que exista algum estabelecimento, algum lugar que não esteja cumprindo, nós temos um canal de denúncia, que é o 08007713541, gostaríamos que quem observar o descumprimento de qualquer legislação de proteção à saúde neste momento fizesse a denúncia. Que a população fosse também um grande fiscal aliado também ao estado”, orientou ela.

No entanto, Christina Megid afirmou que a Vigilância Sanitária continua orientando os estabelecimentos. “A gente já visitou inúmeros estabelecimentos, se você volta e continua não cumprindo a legislação, com certeza será penalizado. Em relação aos restaurantes, acho que nós temos que ter bom senso, pois no momento de comer ele vai ter que retirar.”

Covid-19

O estado de São Paulo registrou 3.408 novos casos de Covid-19 nas últimas 24 horas, totalizando 275.145 pessoas infectadas, segundo anunciou a Secretaria Estadual da Saúde nesta segunda (29).

Já o número de mortes causadas pelo novo coronavírus chegou a 14.398, aumento de 60 óbitos.

As novas confirmações informadas não significam, necessariamente, que as mortes e casos aconteceram de um dia para o outro, mas que foram contabilizadas no sistema neste período. Os números costumam ser menores no final de semana e às segundas-feiras, devido ao atraso nas notificações nestes dias.

O recorde de casos no estado ocorreu na última sexta-feira (26) com 9.921 confirmações. Foi o terceiro dia consecutivo que os casos registrados nas últimas 24 horas bateram recorde.

Nesta segunda, o número de pacientes internados caiu para 13.033, sendo 5.336 em UTI e 7.697 em enfermaria. No domingo, eram 14.113, sendo 8.387 em enfermaria e 5.726 em leitos de UTI.

Já a taxa de ocupação de leitos de UTI destinados para pacientes com Covid-19 caiu para 65% no estado e para 66,6% na Grande São Paulo. No domingo, as taxas eram de 67,2% na Grande São Paulo e 65,3% no estado.

Fonte: G1

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Câmara aprova texto-base de MP que flexibiliza regras trabalhistas durante pandemia

Câmara aprova texto-base de MP que flexibiliza regras trabalhistas durante pandemia

Câmara aprova texto-base de MP que flexibiliza regras trabalhistas durante pandemia

17 de junho de 2020

Câmara aprova texto-base de MP que flexibiliza regras trabalhistas durante pandemia

Proposta prevê, entre outras coisas, o teletrabalho, a antecipação das férias e feriados e o adiamento dos depósitos no FGTS. Deputados ainda precisam analisar destaques.

A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (17) o texto-base de uma medida provisória (MP) que flexibiliza regras trabalhistas enquanto durar o decreto de calamidade pública em razão da crise do novo coronavírus.​

 

Para concluir a votação, os deputados ainda precisarão analisar sugestões para modificar pontos específicos do texto. Em seguida, a MP segue para o Senado, que tem até o dia 4 de agosto para aprová-lo.

Entre as mudanças previstas na MP, está a possibilidade de o empregador e o empregado celebrarem acordo individual, que deve se sobrepor a leis ou normas coletivas de trabalho.

A medida prevê, ainda, o teletrabalho (home office), a antecipação das férias e feriados, a concessão de férias coletivas, o adiamento dos depósitos no Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) (veja mais abaixo).

Por se tratar de uma medida provisória, o texto passou a valer no momento em que foi publicado pelo presidente Jair Bolsonaro, no dia 22 de março. No entanto, para se tornar lei em definitivo, precisa ser aprovado em até 120 dias pelo Congresso Nacional.

Veja o que prevê a medida provisória que flexibiliza as regras trabalhistas:

 

Teletrabalho
O texto permite que a empresa adote a modalidade de teletrabalho ou “home office” e determine a volta ao trabalho presencial independentemente de acordos individuais ou coletivos. A alteração deve ser informada por escrito ou por meio eletrônico com, no mínimo, 48 horas de antecedência.

Pelo projeto, a responsabilidade pela aquisição, manutenção ou fornecimento de equipamentos utilizados no trabalho à distância, assim como o reembolso de despesas arcadas pelo empregado, deverão constar de um contrato por escrito, firmado em até 30 dias.

Caso o trabalhador não tenha equipamentos para realizar o teletrabalho, o empregador pode fornecer os equipamentos ou pagar por serviços de infraestrutura sem que isso seja considerado verba salarial.

A proposta estende a possibilidade de teletrabalho, também, para estagiários e aprendizes.

Férias
A MP faz uma série de mudanças relacionadas às férias dos empregados, permitindo não só a antecipação individual como a coletiva. Além disso, flexibiliza o pagamento do benefício até o fim do ano. O texto prevê ainda:

  • Antecipação das férias: o empregador pode antecipar as férias do trabalhador desde que o informe em um prazo de 48 horas e que o período não seja inferior a cinco dias. Os empregados que estiverem no grupo de risco para a Covid-19 terão prioridade nas férias.
  • Suspensão de férias: a MP prevê, ainda, que em caso de profissionais da área de saúde ou daqueles que exerçam funções essenciais, as férias ou licenças podem ser suspensas, desde que avisados preferencialmente em até 48 horas.
  • Pagamento das férias: o pagamento adicional de um terço de férias pode ser feito até a data do pagamento do décimo terceiro salário. Além disso, a remuneração das férias pode ser feita até o quinto dia útil do mês seguinte.
  • Férias coletivas: a MP permite, também, a antecipação das férias coletivas, inclusive por período superior a 30 dias, desde que os empregados sejam comunicados com antecedência mínima de 48 horas.

 

Antecipação de feriados
A proposta permite que, durante o estado de calamidade pública, os feriados federais, estaduais e municipais sejam antecipados pelo empregador. Para isso, os trabalhadores devem ser avisados com, no mínimo, 48 horas de antecedência.

A MP prevê, ainda, que esses feriados podem ser usados para compensar o saldo em banco de horas.

O texto original do governo definia que apenas feriados não religiosos poderiam ser alterados pelo empregador. Para os religiosos, havia necessidade de acordo por escrito do empregado.

Banco de Horas
O texto autoriza que a empresa interrompa as atividades e crie um banco de horas com as horas não trabalhadas, que depois terá que ser compensado pelo empregado em até 18 meses após o fim do decreto de calamidade pública.

A compensação do banco de horas poderá ser mediante a inclusão de duas horas extras na jornada diária, que não poderá passar de dez horas, ou aos finais de semana.

A compensação do saldo de horas poderá ser determinada pelo empregador independentemente de convenção coletiva ou acordo individual ou coletivo.

Adiamento e parcelamento do depósito do FGTS
A MP também autoriza o adiamento e o pagamento parcelado do depósito do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) dos trabalhadores.

Pelo texto, o FGTS devido pelos empregadores referentes a março, abril e maio poderá ser recolhido a partir de julho – sem juros, atualização ou multa. Esse pagamento poderá ser feito em até seis parcelas, com vencimento no dia 7 de cada mês.

Todos os empregadores, inclusive de trabalhador doméstico, poderão se beneficiar da medida. Para ter direito à prerrogativa, é preciso declarar as informações e valores até 20 de junho.

Em caso de rescisão do contrato de trabalho, o empregador é obrigado a depositar os valores.

O empregador é obrigado a depositar os valores decorrentes da suspensão do pagamento do FGTS, bem como os demais valores devidos ao recolhimento rescisório, sem incidência da multa e encargos devidos, caso efetuado dentro do prazo legal estabelecido para sua realização.

Antecipação do 13° de aposentados
A medida provisória também antecipou o abono anual, isto é, o pagamento do 13º dos aposentados e demais beneficiários do INSS.

A primeira parcela, que corresponde a 50% do valor do benefício de abril, foi paga com os benefícios daquele mês. O restante foi pago com os benefícios de maio.

Exigências em segurança e saúde
A MP também suspende, enquanto durar o estado de calamidade pública, a obrigatoriedade de realização de exames médicos ocupacionais, clínicos e complementares. A exceção é para os testes demissionais.

Após o decreto de calamidade, a proposta prevê que os exames médicos suspensos sejam feitos em até 60 dias.

Nos contratos de curta duração e de safra, todos os exames médicos estão dispensados, inclusive os demissionais.

Além disso, a MP suspende a obrigatoriedade de realização presencial de treinamentos dos atuais empregados, previstos em normas regulamentadoras de segurança e saúde no trabalho. Eles devem ser realizados em até 180 dias após o fim do decreto de calamidade pública.

O texto permite, contudo, que os treinamentos sejam feitos por ensino a distância.

A suspensão não é válida para exames ocupacionais e treinamentos periódicos a trabalhadores da área de saúde que trabalhem em hospitais. Pelo projeto, também está garantida a estes profissionais a prioridade para testes que indiquem a Covid-19.

  • Outras alterações trabalhistas
    Jornada de trabalho: a MP permite que estabelecimentos de saúde prorroguem a jornada de trabalho, mesmo para atividades insalubres e para a jornada de 12 horas de trabalho, mediante acordo individual. As horas extras podem ser compensadas em até 18 meses a partir do fim do estado de calamidade pública, tanto por banco de horas quanto por remuneração.
  • Prazos processuais: a MP também suspende, por 180 dias desde a sua publicação, os prazos processuais de defesa e recurso em processos administrativos de infrações trabalhistas e notificações de débitos de FGTS.
  • Acordos coletivos: pela proposta, convenções e acordos coletivos de trabalho que vencerem até o dia 18 de setembro (180 dias após a publicação da MP) podem ser prorrogados, a critério do empregador, por 90 dias.

Fonte: G1

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Doria anuncia ‘retomada consciente’ em São Paulo, confira o que reabre

Doria anuncia ‘retomada consciente’ em São Paulo, confira o que reabre

Doria anuncia ‘retomada consciente’ em São Paulo, confira o que reabre

27 de maio de 2020

Doria anuncia ‘retomada consciente’ em São Paulo, confira o que reabre

O governador de São Paulo, João Doria, anunciou a nova fase do Plano São Paulo, que prevê a flexibilização da quarentena em algumas das 18 regiões de saúde determinadas pelo governo. As novas medidas da chamada “retomada consciente” passam a valer na segunda-feira, dia 1º de junho.

“A partir de 1º de junho, por 15 dias, manteremos a quarentena com retomada consciente de algumas atividades econômicas no estado”, declarou Doria. Em São Paulo, a quarentena homogênea, em todo o território, teve início no dia 24 de março.

De acordo com a secretaria de Desenvolvimento Social, Patrícia Ellen, já estão disponíveis, no site do Plano São Paulo, 60 protocolos e mais de 500 diretrizes que servem como recomendações aos setores que vão retomar as atividades. Confira aqui.

 

Entenda as fases e divisão de regiões

O Governo de São Paulo classificou o estado em 18 regiões de saúde levando em conta a capacidade hospitalar e a evolução da pandemia. Elas serão avaliadas e encaixadas, semanalmente, em 5 fases de reabertura.

De acordo com a economista Ana Carla Abrão, membro do Comitê Econômico, a cada 15 dias uma região pode evoluir para a fase seguinte ou então retrair para a fase anterior.

A Fase 1 prevê o isolamento total, sem flexibilização; a Fase 2 prevê a reabertura de alguns poucos setores; a Fase 3 amplia ainda mais essa flexibilização; e a Fase 4 é caracterizada pela reabertura ainda maior dos comércios e serviços. A Fase 5 prevê todos os setores em funcionamento, mas sempre com medidas de distanciamento e higiene.

 

Nesta semana as regiões estão avaliadas como:

Fase 1: Registro, Baixada Santista e Grande São Paulo, exceto capital paulista;
Fase 2: Cidade de São Paulo, Sorocaba, Marília, Araçatuba, São José do Rio Preto, Franca, Ribeirão Preto, São João da Boa Vista, Piracicaba, Campinas e Taubaté;
Fase 3: Presidente Prudente, Bauru, Araraquara/São Carlos e Barretos.

Afinal, o que vai reabrir?

O Governo de São Paulo lembra que, em todas as fases, as flexibilizações acontecerão com restrição de fluxo, restrição de horário e medidas de segurança. As regiões classificadas na Fase 1 ainda devem manter o isolamento social, como já acontece há dois meses.

Já as regiões classificadas na Fase 2 poderão reabrir, a partir do dia 1º de junho, atividades imobiliárias, concessionárias, escritórios, comércio e shopping center. Na Fase 3 serão acrescentados bares, restaurantes e similares; e salões de beleza.

Ainda sem nenhuma região encaixada nos protocolos, a Fase 4 inclui as academias de ginástica e a Fase 5 adiciona espaços públicos, teatros, cinemas e eventos com aglomeração — incluindo esportivos.

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Auxílio Emergencial: Caixa vai alterar o calendário da 2° parcela

Auxílio Emergencial: Caixa vai alterar o calendário da 2° parcela

Auxílio Emergencial: Caixa vai alterar o calendário da 2° parcela

16 de maio de 2020

Auxílio Emergencial: Caixa vai alterar o calendário da 2° parcela

Caixa vai alterar o calendário da 2° parcela do auxílio emergencial. O presidente da Caixa, Pedro Guimarães, disse que o pagamento da segunda parcela do benefício, deste mês, será reformulado para que se evite filas. Entretanto, o novo calendário ainda será discutido com o ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni e apresentado ao presidente Jair Bolsonaro antes de ser divulgado.

Foto: Giovanna Romano/VEJA

Caixa vai alterar o calendário da 2° parcela do auxílio emergencial

Guimarães ainda afirmou que a intenção é evitar sobreposição entre o pagamento do Bolsa Família e do auxílio emergencial para reduzir a demanda. Isso porque, nesta semana, houve pagamento concomitante do programa e do auxílio emergencial, tanto via contas digitais quanto para saque em espécie.

“Não há condição de misturar pagamento do Bolsa Família com o das contas digitais. Vamos minimizar filas no segundo pagamento do auxílio emergencial”, afirmou. “Estamos fazendo o maior pagamento do Brasil e talvez do mundo neste momento. Cinquenta milhões de brasileiros receberam recursos nos últimos 20 dias”.

 

Beneficiários estão dormindo na porta das agências

Segundo matéria do jornal O Estado de S. Paulo, os beneficiário chegaram até a dormir na porta de agências da periferia de São Paulo, e filas se repetiram por todo o país nos últimos dias.

Devido aos pagamentos do auxílio emergencial, muitas pessoas se aglomeraram para receber o benefício. “Sabemos que houve aglomeração grande nesta semana, estamos agindo para resolver. Não há possibilidade de pagar 50 milhões de pessoas em três semanas sem fila, não vou prometer”, afirmou.

 

Guimarães ainda disse que o calendário do Bolsa Família não vai mudar e o benefício seguirá sendo pago nos últimos dez dias do mês. Ele ainda afirmou que a demanda nas agências tem sido enorme e que a maioria das pessoas vai pras agências para pedir informações e não para sacar o auxílio.

“O próximo calendário levará em conta tudo o que está acontecendo agora. Entendemos a necessidade e o desespero das pessoas por esses recursos”, garantiu. Segundo Guimarães, um dos focos de melhoria será o aplicativo do auxílio emergencial.

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Auxílio Emergencial está sendo negado por pagamento a membros da família

Auxílio Emergencial está sendo negado por pagamento a membros da família

Auxílio Emergencial está sendo negado por pagamento a membros da família

15 de maio de 2020

Auxílio Emergencial está sendo negado por pagamento a membros da família

Atenção! Você, algum membro de sua família ou conhecido já recebeu o auxílio emergencial? De acordo com várias manifestações nas redes sociais, muitas pessoas que solicitaram o benefício de R$ 600 benefício esse que iniciou-se no dia 7 de abril, estão sendo surpreendidos com a seguinte resposta: “Cidadão ou membro da família recebeu auxílio emergencial emergencial”. E agora, o que fazer nesta situação?

Antes de irmos direto ao ponto, vamos entender o que é o Auxílio Emergencial

 

O que é o auxílio emergencial

O auxílio emergencial é um benefício de 600 reais, usado para garantir a renda mínima de brasileiros em situação vulnerável durante a pandemia Covid-19 (novo coronavírus), porque muitas atividades econômicas foram severamente afetadas pela crise.

 

Quem tem direito ao auxílio emergencial

As pessoas inscritas no Programa Bolsa Família, os MEIs, os contribuintes individuais do INSS, os inscritos no Cadastro Único até o último dia 20 de março e os informais que não fazem parte de nenhum cadastro do governo federal estão aptos a receber o benefício.

Nos pré-requisitos, você também deve ter pelo menos 18 anos de idade, a renda mensal per capita da família (por pessoa) não exceder a metade do salário mínimo (R$ 522,50) ou a renda mensal total da família não exceder o salário mínimo de três famílias (R$ 3.135) Além disso, não ter lucro tributável em 2018, superior a R$ 28.559,70.

Entendendo a mensagem

Segundo o Ministério da Cidadania, até duas pessoas em cada família podem receber auxílio emergencial de R$ 600. Uma mãe ou um pai que é o único responsável pela família tem direito a receber o benefício com valor dobrado, ou seja, R$ 1200.

No entanto, não é incomum que mães e pais divorciados indiquem o mesmo filho ou incluam trabalhadores cujos nomes estejam registrados no registro desatualizado do Cadastro Único na análise do direito ao auxílio emergencial.

Algumas dessas circunstâncias levaram muitas pessoas a serem injustamente privadas de um benefício que é garantido a elas, pois não sabem como recorrer ou sem acesso para solicitar novamente.

 

Como proceder com este problema?

Se você está passando por este problema também, infelizmente, por enquanto não há nada que possa ser feito. Entretanto o pessoal do Seu crédito Digital entrou em contato com a Caixa Econômica e também com o ministério da Cidadania onde estão aguardando uma posição oficial para este problema. Assim que obtivermos novas informações iremos atualizar vocês aqui em nosso portal e redes sociais.

O importante é saberem que os órgãos regulamentadores já estão cientes deste problema e em breve devem relatar como resolver esta situação.

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INSS: Aposentados começam a receber primeira parcela do 13º salário

INSS: Aposentados começam a receber primeira parcela do 13º salário

INSS: Aposentados começam a receber primeira parcela do 13º salário

15 de maio de 2020

INSS: Aposentados começam a receber primeira parcela do 13º salário

13º salário de aposentados e pensionistas do INSS foi antecipado por conta da crise do Coronavírus; Veja o calendário completo de quando receber.

Aposentados e pensionistas do INSS que ganham mais do que um salário mínimo começam a receber a partir desta segunda-feira, 4 , a primeira parcela do 13º salário. O pagamento vai até 8 de maio.

A antecipação do 13º salário é uma das medidas anunciadas pelo governo para combater a crise causada pela pandemia do novo coronavírus.

A data do pagamento varia de acordo com o valor e com o número final do benefício, excluindo-se o dígito. Para quem ganha até um salário mínimo (R$ 1.045, em 2020), o pagamento começou em 24 de abril e também termina em 8 de maio.

A primeira parcela corresponde a 50% do valor do benefício. A segunda parte do pagamento, que tem o desconto do Imposto de Renda, cairá na conta entre os dias 25 de maio e 5 de junho.

 

Pagamento 13º salário

Têm direito ao pagamento antecipado do 13º salários os segurados que recebem aposentadoria, pensão, auxílio-doença, auxílio-acidente ou auxílio-reclusão.

Se o benefício está programado para acabar antes de 31 de dezembro de 2020, o segurado receberá o valor proporcional.

Em situação normal, a primeira parcela do 13º salário é paga no segundo semestre. A segunda parcela normalmente chega no pagamento de dezembro.

As datas de pagamento do 13º salário variam conforme o valor a ser recebido e o número final do benefício, sem considerar o dígito. Por exemplo, se o número é 123.456.789-0, desconsidere o 0 (dígito). O número final é 9.

 

Primeira parcela

A primeira parte do 13º salário corresponde a 50% do valor do benefício. O valor cai na conta na mesma data do pagamento referente ao mês de abril.

Para quem ganha acima de um salário mínimo (mais de R$ 1.045 em 2020) Finais 1 e 6: recebe em 4/5 Finais 2 e 7: recebe em 5/5 Finais 3 e 8: recebe em 6/5 Finais 4 e 9: recebe em 7/5 Finais 5 e 0: recebe em 8/5

Já para quem ganha até um salário mínimo (R$ 1.045) Final 1: recebeu em 24/4 Final 2: recebeu em 27/4 Final 3: recebeu em 28/4 Final 4: recebeu em 29/4 Final 5: recebeu em 30/4 Final 6: recebe em 4/5 Final 7: recebe em 5/5 Final 8: recebe em 6/5 Final 9: recebe em 7/5 Final 0: recebe em 8/5

 

Segunda parcela

A segunda parcela do 13º salário terá desconto do Imposto de Renda. O valor cai na conta na mesma data do pagamento referente ao mês de maio.

Para quem ganha acima de um salário mínimo (mais de R$ 1.045) Finais 1 e 6: recebe em 1º/6 Finais 2 e 7: recebe em 2/6 Finais 3 e 8: recebe em 3/6 Finais 4 e 9: recebe em 4/6 Finais 5 e 0: recebe em 5/6.

Já para quem ganha até um salário mínimo (R$ 1.045 em 2020) Final 1: recebe em 25/5 Final 2: recebe em 26/5 Final 3: recebe em 27/5 Final 4: recebe em 28/5 Final 5: recebe em 29/5 Final 6: recebe em 1º/6 Final 7: recebe em 2/6 Final 8: recebe em 3/6 Final 9: recebe em 4/6 Final 0: recebe em 5/6.

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